Fla nega participação na criação de vídeo promocional do terceiro uniforme

O vídeo promocional de divulgação do terceiro uniforme do Flamengo, lançado na noite deste sábado, vem causando polêmica nas redes sociais e recebendo várias críticas negativas. Porém, o clube nega sua participação na peça publicitária. A camisa será predominantemente preta em homenagem ao urubu, mascote rubro-negro, e possui também listras vermelhas nos ombros. Já o short será vermelho, com menção ao Pão-de-açúcar, um dos principais cartões-postais do Rio de Janeiro. Porém, na peça publictária, de sete minutos de duração, em tom de humor, o personagem “Bolívia”, do canal do YouTube “Desimpedidos”, chama repetidamente o clube de “Framengo”.

Em nota divulgada nas mídias sociais, o Flamengo informa que “o vídeo não foi encomendado ou contratado pelo clube”. E prossegue: “não houve qualquer participação do clube na criação, elaboração ou edição do material”. Sobre várias cenas terem sido gravadas na Gávea, a direção rubro-negra explica que “apenas cedeu espaço e pessoal para facilidade de produção como gentilmente costuma fazer com diversos veículos de comunicação”.

Confira a nota:

1. Como algumas pessoas já sabem, o vídeo não foi encomendado ou contratado pelo clube.
2. Não houve qualquer participação do clube na criação, elaboração ou edição do material.
3. O clube apenas cedeu espaço e pessoal para facilidade de produção como gentilmente costuma fazer com diversos veículos de comunicação.
4. Os termos ou detalhes que causaram polêmica, sobretudo no Twitter, não estavam previstos no roteiro que o clube aprovou.
5. Apesar de o vídeo ter 96% de aprovação, já solicitamos aos responsáveis que sejam tomadas medidas para reverter qualquer má impressão e que casos assim não voltem a ocorrer.
6. Aqui entre nós: a camisa é LINDA!

Ainda de acordo com a nota, “os termos ou detalhes que causaram polêmica, sobretudo no Twitter, não estavam previstos no roteiro que o clube aprovou” e que “apesar de o vídeo ter 96% de aprovação”, o Flamengo já solicitou “aos responsáveis que sejam tomadas medidas para reverter qualquer má impressão e que casos assim não voltem a ocorrer”.

Fonte: O Globo